Ao contrário do que muitos pensam, é importante se proteger contra
o sol no outono e inverno. As estações mais frias do ano representam também risco
para a pele.
O sol durante o inverno, apesar de parecer mais "fraco",
continua emitindo radiação, que possui um efeito cumulativo na pele.
Foto: Freepik
Em
geral, as pessoas tendem a relacionar o câncer de pele exclusivamente ao
melanoma. Contudo, 95% dos casos de tumores cutâneos identificados no Brasil
são classificados como não melanoma, um índice que está diretamente relacionado
à constante exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol.
De acordo com o médico Bernardo Garicochea, oncologista e
especialista em genética da unidade do CPO , unidade do Grupo Oncoclíncias em
SP, evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção
adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância.
Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e
menos visíveis – como o couro cabeludo - podem apresentar manchas suspeitas.
Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil,
representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a
165 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de
Câncer).

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